Como segundo aspecto vou indicar "Amor Incondicional".

Uma criança (cria), como já vimos anteriormente quer, gosta e necessita de explorar. Vai acertar algumas vezes e vai errar muitas mais. É assim que se desenvolve a verdadeira aprendizagem e não exclusivamente pela transmissão de conhecimento ou experiências.
Podemos dizer muitas vezes a uma criança "não toques no forno porque está quente e vais-te magoar", mas o melhor professor é mesmo sentir o calor na pele. Cabe ao adulto moderar a situação e a exposição ao perigo, mas a criança depois de sentir o calor na pele vai olhar para aquele forno com "outros olhos". Simplesmente dizer que o forno está quente não vai transmitir a sensação de calor. Não faz com que haja um reconhecimento da sensação.

A forma como o adulto reage aos erros deve ser a mesma como reage aos sucessos. Com amor. Assim desta forma torna-se incondicional pois não depende da condição.

Amar incondicionalmente um filho não é ter uma conduta do "deixa andar e logo se vê" ou do "deixa fazer tudo o que o menino quiser", nem tão pouco dar tudo o que a criança quer e pede. Estes comportamentos colidem com a aspecto anteriormente falado "Regras e Limites". Quando digo que uma criança deve ser amada incondicionalmente é por exemplo não haver um padrão para dar colo. Sim as crianças devem ter colo. Alem de ser uma forma primitiva de as deslocar bebés/crianças de um ponto para outro é uma forma primaria de afecto. Existem umas teorias "por aí" que não se deve dar colo às crianças pois ficam mal habituadas... Isto não faz sentido algum. O colo não deve é surgir apenas e exclusivamente em situações especificas. Vejamos: uma crianças só recebe colo quando se magoa. Os pais não vêem a necessidade de dar colo por outros motivos, mas quando a criança cai ou se magoa já dão. Aqui passa a haver um padrão. O que acham que a criança vai fazer para obter colo? Sim vai magoar-se ou fingir que está magoada. Da mesma forma que a criança que só recebe colo quando faz coisas acertadas. Esta criança vai crescer com medo de errar, e reparem é com base nos erros que se elevam fasquias e que se atingem melhores patamares.

Portanto não havendo padrão o colo passa a ser um momento de partilha e contacto entre progenitor/cria.

Obviamente que com isto não quero dizer que as crianças devam andar sempre a colo. No entanto os bebés sim. O transporte verticalizado seja nos panos de transporte seja nas mochilas ergonómicas, bate aos pontos os carrinhos, ovos, alcofas e espreguiçadeiras (consultem a Nota: Formas de Transporte de Bebés). 

O "Amor Incondicional" é então estar presente, apoiar e ajudar a evoluir nos bons e maus momentos. Não é comprar, fazer pela criança, comparar, subjugar, deixar andar. 
Importantíssimo nunca confundir "Amor Incondicional" com "Liberdade Total". 

O "Amor Incondicional" não dá à criança a sensação de "costas quentes e posso fazer tudo o que quero" (porque aí o processo de Regras e Limites está a actuar" mas, dá sim a noção que tem apoio e que mesmo que as coisas não corram de forma ideal continuará a ser amada. Como é que alguém que não sabe o que é o Amor pode amar?

Por vezes os pais, por cansaço, por não conseguirem separar os problemas do trabalho com os de casa, às vezes mesmo por incapacidade de fazer melhor, por frustração ... não conseguem mostrar este "Amor Incondicional" nos dias em que a criança está menos fácil. 

Por vezes consideram-se maus pais e procuram criar compensações pelos menos bons comprando um brinquedo... comprando um sorriso momentâneo.

"Amor Incondicional" compreende, na minha opinião, assertividade, calma, sentido de oportunidade, carinho.
Foto: Como criar crianças equilibradas - Parte IIComo segundo aspecto vou indicar "Amor Incondicional".Uma criança (cria), como já vimos anteriormente quer, gosta e necessita de explorar. Vai acertar algumas vezes e vai errar muitas mais. É assim que se desenvolve a verdadeira aprendizagem e não exclusivamente pela transmissão de conhecimento ou experiências.Podemos dizer muitas vezes a uma criança "não toques no forno porque está quente e vais-te magoar", mas o melhor professor é mesmo sentir o calor na pele. Cabe ao adulto moderar a situação e a exposição ao perigo, mas a criança depois de sentir o calor na pele vai olhar para aquele forno com "outros olhos". Simplesmente dizer que o forno está quente não vai transmitir a sensação de calor. Não faz com que haja um reconhecimento da sensação.A forma como o adulto reage aos erros deve ser a mesma como reage aos sucessos. Com amor. Assim desta forma torna-se incondicional pois não depende da condição.Amar incondicionalmente um filho não é ter uma conduta do "deixa andar e logo se vê" ou do "deixa fazer tudo o que o menino quiser", nem tão pouco dar tudo o que a criança quer e pede.  Estes comportamentos colidem com a aspecto anteriormente falado "Regras e Limites". Quando digo que uma criança deve ser amada incondicionalmente é por exemplo não haver um padrão para dar colo. Sim as crianças devem ter colo. Alem de ser uma forma primitiva de as deslocar bebés/crianças de um ponto para outro é uma forma primaria de afecto. Existem umas teorias "por aí" que não se deve dar colo às crianças pois ficam mal habituadas... Isto não faz sentido algum. O colo não deve é surgir apenas e exclusivamente em situações especificas. Vejamos: uma crianças só recebe colo quando se magoa. Os pais não vêem a necessidade de dar colo por outros motivos, mas quando a criança cai ou se magoa já dão. Aqui passa a haver um padrão. O que acham que a criança vai fazer para obter colo? Sim vai magoar-se ou fingir que está magoada. Da mesma forma que a criança que só recebe colo quando faz coisas acertadas. Esta criança vai crescer com medo de errar, e reparem é com base nos erros que se elevam fasquias e que se atingem melhores patamares.Portanto não havendo padrão o colo passa a ser um momento de partilha e contacto entre progenitor/cria.Obviamente que com isto não quero dizer que as crianças devam andar sempre a colo. No entanto os bebés sim. O transporte verticalizado seja nos panos de transporte seja nas mochilas ergonómicas, bate aos pontos os carrinhos, ovos, alcofas e espreguiçadeiras (consultem a Nota:  Formas de Transporte de Bebés). O "Amor Incondicional" é então estar presente, apoiar e ajudar a evoluir nos bons e maus momentos. Não é comprar, fazer pela criança, comparar, subjugar, deixar andar. Importantíssimo nunca confundir "Amor Incondicional" com "Liberdade Total". O "Amor Incondicional" não dá à criança a sensação de "costas quentes e posso fazer tudo o que quero" (porque aí o processo de Regras e Limites está a actuar" mas, dá sim a noção que tem apoio e que mesmo que as coisas não corram de forma ideal continuará a ser amada. Como é que alguém que não sabe o que é o Amor pode amar?Por vezes os pais, por cansaço, por não conseguirem separar os problemas do trabalho com os de casa, às vezes mesmo por incapacidade de fazer melhor, por frustração ... não conseguem mostrar este "Amor Incondicional" nos dias em que a criança está menos fácil. Por vezes consideram-se maus pais e procuram criar compensações pelos menos bons comprando um brinquedo... comprando um sorriso momentâneo."Amor Incondicional" compreende, na minha opinião, assertividade, calma, sentido de oportunidade, carinho.
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publicado por salinhadossonhos às 01:38